A ECOS – Espaço, Cidadania e Oportunidades Sociais é uma organização não
governamental, sem fins lucrativos que tem como finalidade a busca de
alternativas para a melhoria da qualidade de vida e a ampliação de
oportunidades para segmentos da sociedade em desvantagens sejam elas:
sociais, culturais, econômicas, educacionais, físicas e sensoriais.
Durante muito tempo, a responsabilidade pelo surgimento de “deficientes”
foi atribuída quase que exclusivamente à hereditariedade (e causas afins)
e, portanto, à família. Essa perspectiva equivocada, fruto da
desinformação generalizada sobre a matéria, levou a sociedade, nos seus
diversos níveis, ao não reconhecimento das demandas específicas desse
grupo, como legítimas, não reconhecendo, portanto, o seu dever de
proporcionar-lhes respostas adequadas.
As pesquisas hoje, no entanto, provaram que, cerca de 70% das causas de
deficiências na sociedade brasileira poderiam ser evitadas com medidas
preventivas eficazes. Tais dados não nos permitem mais atribuir à
genealogia familiar responsabilidade exclusiva sobre a produção de
deficiência, nem tampouco ignorar que a maior produtora de deficientes não
é a natureza (leia-se hereditariedade), mas a sociedade.
O entendimento moderno deste tema, portanto, é aquele na qual deficiência
é a resultante de múltiplos fatores sócios-econômicos, políticos e/ou
culturais, identificando, pois, a prevenção, a atenção e o controle dessa
problemática como responsabilidade social abrangente.
O gradual reconhecimento da deficiência como reflexo das condições
sociais, tem levado os governos a estabelecer, uma série de leis e normas
para o enfrentamento desta problemática.
Assim é que, desde a década de 60, o Brasil vem referendando resoluções,
convenções, recomendações internacionais que regulam esta matéria. Os
debates travados no âmbito internacional, bem como aqueles realizados no
âmbito interno, principalmente a partir da instituição do Ano
Internacional da Pessoa Portadora de Deficiência, em 1981. A participação
efetiva das pessoas com deficiência em tais discussões influiu
decisivamente para uma mudança considerável no panorama vigente, até
então. Esta presença política e a luta pela conquista de espaços mais
representativos na sociedade brasileira, resultou na formulação de artigos
que compõem a Constituição Federal, Estadual e a Lei Orgânica Municipal.
Tal aparato legal visa construir um quadro no qual se orientarão os
governos para a formulação de políticas públicas capazes de promover a
efetiva igualdade de oportunidades para as populações historicamente
excluídas, do acesso aos bens sociais mínimos garantidos à população, como
um todo.
Entretanto, os mecanismos e instrumentos legais existentes ou que venham a
existir para assegurar os direitos básicos deste segmento, devem encontrar
no ambiente social o respaldo necessário à sua operacionalização. Este, no
entanto, depende de uma postura reflexiva sistemática sobre a nova
concepção da prática social destinada a esse segmento.
A amplitude e complexidade deste empreendimento, no entanto, é de tal
ordem extenso que demanda a construção de políticas públicas capazes de
mobilizar tanto o governo quanto a sociedade civil. Só assim, a conjugação
dos esforços empreendidos por governo e sociedade se fará efetiva na
prestação de serviços básicos de atenção às pessoas com deficiência,
incluídas no conjunto da população, sem privilégios ou paternalismos.
A ECOS, é composta por sócios fundadores e efetivos, uma
diretoria eleita em Assembléia Geral e uma equipe executiva, compreendendo
a seguinte estrutura:
Diretoria:
| Presidente | Vice Presidente |
| 1º e 2º Tesoureiros | 1º e 2º Secretários |
Os Membros da Diretoria não recebem qualquer remuneração direta ou
indireta pelos serviços prestados à instituição.
Conselho Consultivo:
Presidente, Primeiro e Segundo Membros e suplentes
Criada em 1997, esta instituição traz na composição de seus quadros,
profissionais com mais de 20 (vinte) anos de experiência nas áreas de
educação, reabilitação, qualificação e colocação no mercado de trabalho de
pessoas portadoras de deficiência.
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Os Profissionais: |
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| Pedagogo | Fonoaudiólogo |
| Psicólogo | Advogado |
| Assistente Social | Administrador |